Tratamento de
Glaucoma Infantil em São Paulo
Com foco em diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo, a Dra. Ana Luiza Scoralick (CRM-SP 185850; RQE 64994) atende crianças com glaucoma congênito ou adquirido, oferecendo conduta segura e individualizada.
Diagnóstico precoce
muda o prognóstico
GLAUCOMA INFANTIL É UMA DOENÇA RARA E GRAVE QUE PODE SURGIR NOS PRIMEIROS MESES DE VIDA, SENDO UMA DAS PRINCIPAIS CAUSAS DE CEGUEIRA NA INFÂNCIA.
Ele ocorre, frequentemente, por alterações no sistema de drenagem do humor aquoso, elevando a pressão intraocular e aumentando o risco de dano ao nervo óptico.
O tipo mais comum é o glaucoma congênito primário. Quando identificado cedo e tratado com técnica adequada, é possível reduzir o risco de sequelas visuais e apoiar o desenvolvimento visual.
Segurança e acompanhamento contínuo
para a visão em desenvolvimento
Em muitos casos, o tratamento envolve cirurgia especializada para normalizar a pressão intraocular e proteger o nervo óptico. A conduta é individualizada e planejada para cada criança e família.
Quanto mais cedo o cuidado é iniciado, maiores as chances de preservar o potencial visual. O acompanhamento pós-operatório é próximo, com orientações claras para os responsáveis.
Quais os tipos de Glaucoma Infantil?
Congênito
Presente desde o nascimento.
Infantil precoce
Aparece nos primeiros meses de vida.
Secundário
Decorrente de outras doenças oculares ou síndromes genéticas.
Sinais comuns incluem lacrimejamento, sensibilidade à luz (fotofobia), aumento do tamanho dos olhos (buftalmia) e opacificação da córnea.
O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações irreversíveis.
Como é o tratamento?
Na maioria dos casos, o tratamento do glaucoma infantil exige intervenção cirúrgica precoce, já que colírios usados em adultos nem sempre são suficientes ou adequados para crianças.
A Dra. Ana Luiza realiza procedimentos especializados, como:
- Goniotomia
- Trabeculotomia
- Implante de dispositivos de drenagem
A técnica é escolhida conforme a gravidade do caso, idade da criança e resposta clínica. O acompanhamento pós-operatório é contínuo para controle da pressão intraocular e apoio ao desenvolvimento visual.
O que buscamos com o tratamento
1) Reduzir e estabilizar a pressão intraocular.
2) Proteger o nervo óptico em desenvolvimento.
3) Preservar o potencial visual e acompanhar no longo prazo.
4) Orientar a família com clareza e suporte contínuo.
Formação e pesquisa aplicadas ao cuidado infantil
UNIFESP/EPM — ênfase em fatores de risco e progressão do glaucoma, flutuação pressórica e análise de parâmetros intraoculares.
Formação em glaucoma e catarata, com aperfeiçoamento em glaucoma congênito/infantil (UNIFESP/EPM).
Preceptora cirúrgica de residentes e fellows (OPHTHAL — SP), com produção científica em periódicos indexados e revisão de periódicos.
Quais os sinais e sintomas?
Pais e pediatras devem ficar atentos: diante de qualquer sinal persistente, vale investigar cedo.
- Lacrimejamento
- Coceira nos olhos
- Olhos vermelhos
- Dificuldade de abrir os olhos em ambiente iluminado
- Aspecto azulado / opacificação da córnea
Quando procurar avaliação?
Se notar qualquer alteração persistente (principalmente em bebês e crianças pequenas), procure avaliação especializada para confirmar ou descartar glaucoma infantil e iniciar o cuidado o quanto antes.
"Diagnóstico precoce muda tudo."
No glaucoma infantil, agir cedo é fundamental para preservar a visão em desenvolvimento e reduzir o risco de sequelas.
Perguntas Frequentes
Sabemos que receber a suspeita ou o diagnóstico de glaucoma infantil pode gerar dúvidas.
Abaixo, reunimos respostas objetivas para orientar você e sua família.
O que é glaucoma infantil?
É uma condição rara e grave que pode surgir nos primeiros meses de vida e frequentemente está associada a alterações no sistema de drenagem do humor aquoso, elevando a pressão intraocular e colocando o nervo óptico em risco.
Quais sinais merecem atenção?
Lacrimejamento, olhos vermelhos, coceira, sensibilidade à luz, dificuldade de abrir os olhos em ambientes iluminados e alterações como aspecto azulado/opacificação da córnea devem ser avaliados rapidamente.
O glaucoma infantil tem cura?
É uma condição crônica, mas pode ser controlada. O objetivo do tratamento é reduzir a pressão intraocular, preservar o nervo óptico e apoiar o desenvolvimento visual com acompanhamento contínuo.
Como é o tratamento?
Na maioria dos casos, a conduta envolve cirurgia precoce. Colírios usados em adultos podem não ser suficientes ou adequados para crianças. A técnica é escolhida de forma individualizada pelo especialista.
Quais cirurgias podem ser indicadas?
Podem ser indicadas técnicas como goniotomia, trabeculotomia e implante de dispositivos de drenagem. A decisão depende da idade da criança, gravidade do caso e resposta clínica.
Dra. Ana Luiza Scoralick
CRM-SP 185850 • RQE 64994
Médica oftalmologista com atuação destacada em glaucoma infantil, cirurgia de catarata e cirurgia plástica ocular.
Formada em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), realizou residência médica em Oftalmologia pela Santa Casa de Belo Horizonte.
Concluiu seu Mestrado em Oftalmologia e Ciências Visuais pela UNIFESP / Escola Paulista de Medicina (EPM), com foco na progressão do glaucoma.
Realizou Fellowship especializado em glaucoma e catarata, glaucoma infantil e cirurgia plástica ocular.
É co-diretora da Prata Oftalmologia, onde se dedica ao atendimento humanizado de pacientes com glaucoma — especialmente crianças com glaucoma congênito — além de atuar em cirurgias palpebrais e tratamentos relacionados à plástica ocular.